Desporto
quinta-feira, 19 de maio de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Ginástica
Ginástica Artística
Este desporto desenvolve a coragem, a força, a coordenação, a flexibilidade, as habilidades de saltos e a destreza, entre outros.
Todas as rotinas são executadas com música e com coreografia. Isto ajuda enriquecer os movimentos corporais.
Equipamento permitido:
- Os competidores podem participar com ou sem sapatilhas.
- Jóias, como brincos, colares, pulseiras e adornos decorativos, são proibidos.
- Roupas e acessórios soltos são proibidos como equipamento de competição, por razões de segurança.
- As senhoras competem com collants. Os homens competem de calças ou calções de licra.
- Os cabelos longos devem estar presos.
A ginástica artística, também conhecida no Brasil como ginástica olímpica, é uma das modalidades da ginástica. Por definição, de acordo com o Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa, a palavra vem do grego gymnastiké e significa - "A Arte ou ato de exercitar o corpo para fortificá-lo e dar-lhe agilidade. O conjunto de exercícios corporais sistematizados, para este fim, realizados no solo ou com auxílio de aparelhos são aplicados com objetivos educativos, competitivos, terapêuticos, etc."
Historicamente, enquanto forma de prática física, a ginástica surgiu na Pré-História. Contudo, veio a se tornar uma modalidade esportiva apenas em 1881, em escolas alemãs tipicamente masculinas. Desse modo, a ginástica artística sagrou-se como a forma mais antiga do desporto e em decorrência disto, sua história é constantemente confundida com a da ginástica em si, o que não fere sua evolução artística individual posterior. Mais tarde, em 1896, até então praticada somente por homens, passou a ser um esporte olímpico, e em 1928 as mulheres puderam participar nos seus primeiros Jogos. No ano de 1950, a ginástica passou a ser praticada – nos aparelhos – da forma como se conhece hoje. Apesar de despontar para o mundo como um esporte inicialmente masculino, a ginástica tornou-se uma prática mais ativa entre as mulheres. Em decorrência disso, os eventos artísticos femininos tornaram-se mais disputados, admirados e destacados entre todas as modalidades do esporte.
Ginástica Acrobática
A Ginástica Acrobática é um desporto que exige muita força e flexibilidade aos ginastas que a praticam. É sempre praticada por um mínimo de dois atletas.
Nas suas rotinas, a ginástica acrobática utiliza muitos movimentos de solo da ginástica artística.
Os movimentos isolados (as acrobacias em si) são basicamente compostos por saltos mortais, muitos deles impulsionados pelos parceiros (exercícios dinâmicos) e exercícios estáticos que exigem muito equilíbrio e força.
Os acrobatas em grupos de dois, três e quatro executam rotinas com as cabeças, mãos e pés dos seus parceiros.
É preciso confiar bastante no resto da equipa.
A ginástica acrobática surgiu na Idade Média e era muito utilizada pelos elementos dos circos.
No entanto, só começou a ter regras próprias e competições na década de 1970.
A ginástica acrobática surgiu na Idade Média e era muito utilizada pelos elementos dos circos.
No entanto, só começou a ter regras próprias e competições na década de 1970.
Por ser sempre feita em grupo, a ginástica acrobática ensina os atletas a cooperarem uns com os outros e a confiarem nos seus parceiros. Eles têm que funcionar como um só.
Os acrobatas em grupo devem executar três rotinas: uma de equilíbrio, uma dinâmica e outra combinada.
- As séries dinâmicas são mais activas e com elementos de lançamentos com voos do ginasta.
- As séries de equilíbrio valorizam os exercícios estáticos.
- Em níveis mais altos, a terceira rotina é uma combinação das duas anteriores.
Os acrobatas em grupo devem executar três rotinas: uma de equilíbrio, uma dinâmica e outra combinada.
- As séries dinâmicas são mais activas e com elementos de lançamentos com voos do ginasta.
- As séries de equilíbrio valorizam os exercícios estáticos.
- Em níveis mais altos, a terceira rotina é uma combinação das duas anteriores.
As rotinas acrobáticas, tal como na ginástica artística, são executadas num quadrado de 12 x 12 metros.
Existem cinco divisões na ginástica desportiva:
- Par feminino
- Par masculino
- Par misto
- Trio feminino
- Quarteto masculino
- Par feminino
- Par masculino
- Par misto
- Trio feminino
- Quarteto masculino
- Os competidores podem participar com ou sem sapatilhas.
- Jóias, como brincos, colares, pulseiras e adornos decorativos, são proibidos.
- Roupas e acessórios soltos são proibidos como equipamento de competição, por razões de segurança.
- As senhoras competem com collants. Os homens competem de calças ou calções de licra.
- Os cabelos longos devem estar presos.
Os competidores de pares e de grupos devem usar equipamentos idênticos ou complementares.
Os exercícios são avaliados pela sua dificuldade, composição, execução, coreografia, duração e tempo de manutenção dos equilíbrios (exercícios estáticos e combinados).
Andebol
História
Atribui-se a invenção do andebol ao professor Karl Schelenz, da Escola Normal de Educação Física de Berlim, durante a Primeira Guerra Mundial. No início, o andebol era praticado apenas por moças e as primeiras partidas foram realizadas nos arredores de Berlim. Os campos tinham 40 x 20 m, e eram ao ar livre. Pouco depois, em campos de dimensões maiores, o desporto passou a ser praticado por homens e logo se espalhou por toda a Europa.Em 1927, foi criada a Federação Internacional de Andebol Amador (FIHA), porém, em 1946, durante o congresso de Copenhaga, os suecos oficializaram o seu handebol de salão para apenas 7 jogadores por equipe, passando a FIHA a denominar-se Federação Internacional de Andebol (FIH), e o jogo de 11 jogadores passou para segundo plano.
Em 1933 foi criada a federação alemã que, três anos depois, introduzia o andebol nos Jogos Olímpicos de Berlim. Em 1954, a FIH contava com 25 nações. No dia 26 de fevereiro de 1940, foi fundada, em São Paulo, a Federação Paulista de Handebol, mas o desporto já era praticado no Brasil desde 1930. Até 1950, a sede da FIH era na Suécia. Transferiu-se no ano seguinte para a Suíça.
Natação
História
A natação de competição na Europa começou por volta do ano de 1800, na sua maioria utilizando o estilo bruços. Posteriormente em 1893 John Arthur Trudgen, apresentou o estilo Trudgen, após ter copiado o estilo Crawl usado pelos Índios Nativos Norte-americanos, criando uma ligeira variante do mesmo. Devido ao repúdio dos britânicos pelos salpicos, Trudgen empregou a pernada de bruços no lugar do batimento de pernas convencional do crawl. A natação fez parte dos primeiros Jogos Olímpicos da era moderna em 1896, em Atenas.
Natação não humana
Diversos animais possuem a habilidade de natação por instinto, como também é o caso do homem. Nos mamíferos, esta natação por instinto tem o nome de "Natação Padrão". Este tipo de natação define-se por ser executada com a cabeça fora de água, batimentos dianteiros dos braços (patas anteriores) com um ângulo próximo dos 90 graus e pernas (patas posteriores) em leve flexão (realizando um movimento parecido com o pedalar). Este modo de nadar é vulgarmente conhecido por “nadar à cão”
A natação é conhecida desde tempos pré-históricos, o registo mais antigo sobre a natação remonta às pinturas rupestres de cerca de 7.000 anos atrás. As referências escritas remontam a 2000 a. C. Algumas das primeiras referências estão incluídas em obras históricas como a Epopeia de Gilgamesh, a Ilíada, a Odisseia, a Bíblia (Ezequiel 47:5, Atos 27:42, Isaías 25:11), Beowulf, e outras sagas. No ano de 1538, Nikolaus Wynmann, um professor alemão de linguística, escreveu o primeiro livro sobre natação, “O Nadador ou o diálogo sobre a arte de Nadar” .
Natação não humana
Diversos animais possuem a habilidade de natação por instinto, como também é o caso do homem. Nos mamíferos, esta natação por instinto tem o nome de "Natação Padrão". Este tipo de natação define-se por ser executada com a cabeça fora de água, batimentos dianteiros dos braços (patas anteriores) com um ângulo próximo dos 90 graus e pernas (patas posteriores) em leve flexão (realizando um movimento parecido com o pedalar). Este modo de nadar é vulgarmente conhecido por “nadar à cão”
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